É uma doença neurodegenerativa, ou
seja, acomete células nervosas e provoca sua morte. Mais especificamente,
acomete células da substância negra, que fazem parte do sistema dopaminérgico
dos núcleos da base, sistema que transmite sinais que controlam os movimentos
do corpo (PEREIRA et al., 2000).
Ops como assim?
Para melhor entender, ela pode ser caracterizada principalmente pelo distúrbio motor, que apresentam alguns sinais considerados importantes para o diagnóstico: são estes: lentificação, o tremor de repouso, a rigidez muscular e a instabilidade postural.
Além desses sinais,
muitas vezes o paciente evolui com outras complicações motoras e pulmonares,
tais como: queixam-se de dor, principalmente na coluna, alterações posturais,
fraqueza muscular, diminuição da mobilidade global, alteração de marcha, alto
risco de queda, além de complicações respiratórias, entre outras.
Por isso a importância da fisioterapia para mal de Parkinson
no tratamento do indivíduo portador desta doença, pois irá proporcionar uma
melhora no seu estado físico geral, tendo como objetivo principal a restauração
ou manutenção da função, incentivo à realização das atividades de vida diária
de forma independente, dando assim mais qualidade de vida.
Qual o tratamento indicado?
O tratamento da doença é baseado no uso de terapia medicamentosa que influencia marcadamente a desempenho motor, contudo o tratamento com drogas não pode abolir todos os sintomas, e fisioterapia é então recomendada.
Dependendo da concentração sérica do medicamento, o paciente terá um período com muitos medicamentos, período máximo de droga, onde afeta mais a capacidade motora deste paciente. E períodos com a taxa diminuída de medicamentos, mas com danos no cognitivo.
Portadores da Doença de Parkinson mostram padrões de
desequilíbrio musculares, os quais promovem a distorção do alinhamento,
beneficiando uma sobrecarga indevida nas articulações, ligamentos e músculos,
levando o paciente, quando na posição bípede, a adotar uma flexão de todas as
articulações, levando a uma posição símea.
O manuseio realizado por meio de alongamentos e técnicas excelentes na melhora da mobilidade da coluna e tecidos, mantendo postura ereta, equilíbrio e manutenção da independência funcional (HAASE, et al., 2008).
Recomenda-se exercícios motores, treinamento
de marcha (sem e com estímulos externos), treinamento das atividades diárias,
terapia de relaxamento e exercícios respiratórios, alongamentos.
E quando deve começar o tratamento?
A fisioterapia deve ser iniciada desde os primeiros momentos
de instalação da patologia. Para que não traga prejuízos a saúde desse
paciente. A fisioterapia não pode evitar a patologia, mas sim os efeitos que
ela trás no dia a dia deste portador.
Lembrando que cada paciente reage diferente a doença e tratamento, por isso a importância de uma avalição de uma equipe multidisciplinar.
Dra. Angélica Anacleto - Crefito: 295200-F
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Dra. Bárbara Maurício Nascimento
Responsável técnica CREFITO 10 74799F
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